Quarta-feira, 31 de Dezembro de 2003

2004

Que este ano que vai entrar vos traga a satisfação dos vossos anseios.
Que tudo o que de mau existiu deixe de existir.
Que a tristeza desapareça.
Nasça a alegria!
indeterminado por quim às 12:06

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12 comentários:
De inde a 30 de Janeiro de 2004 às 18:00
Olá Lanalua: obrigado pela tua presença. Beijo.
De Lana Lua a 30 de Janeiro de 2004 às 17:47
Que tristeza. Acabei de chegar, leio este diálogo e o seu desfecho e... não entendo! Tanta compaixão, tanto espírito de querer ajudar o próximo e, afinal, esquecem-no e abandonam-no em nome da vaidade e orgulho pessoais?!? Oh gente, não se dêem ao trabalho de oferecer aquilo que não têm intenção de dar!
Indeterminado, sem mais que te diga neste momento porque neste comentário perdi o humor com que vim, mando-te um grande abraço de solidariedade e carinho :*
De Raposa a 11 de Janeiro de 2004 às 11:55
PS.: O poema é destinado ao autor do blog!
De amok a 10 de Janeiro de 2004 às 22:48
resposta à raposa: não me interessa o q sou!, não me interessa o q existe!, não me interessa o q (não)fui!, não me interessa o q (não)existiu!...interessa-me o q sinto!!!...só isso me interessa!...e basta(me!)...

(como dizia o outro: tinha(me!) prometido não replicar mais!, mas ainda (me) concedo esta, no entanto...não volto mais a este blog!...sê feliz!)
De Raposa a 10 de Janeiro de 2004 às 18:12
"Delírio" / Já não és promessa, / encanto ou visão. / És apenas o delírio / da mão que escreveu / canções tecidas de vento, / vertigem de sílaba / música de palavra / compasso que se faz lento. / de Jorge Arrimar
De Jos C. a 9 de Janeiro de 2004 às 01:09
Olá amok, boa noite de sexta. Ontem tinha-me prometido não voltar a replicar. O meu objectivo é encontrar A…, intrometo-me com I… e encontro-me a filosofar consigo… Estranho poder o da aranha ao tornar-se reservada observadora das suas presas. Rompamos o pretexto da nossa “conversa” e deixemos a aranha sem alimento! //
A sua resposta, motivo deste regresso, denota, mais que despeito, solidão. Recordo-lhe que o amor, mesmo sofrido, é partilha. A solidão, mesmo partilhada, é solidão. // Sobre compaixão, mesmo que (com)paixão, e caridade muito haveria a dizer. Conceitos aparentemente próximos traduzem realidades diversas: o primeiro envolve pena, dó, desvalorizando o objecto desse sentimento. A caridade é um sentimento elevado, virtuoso, igualitário (o benfeitor não se considerando superior ao beneficiário, reconhece as suas dificuldades e aceita partilhar algo de seu em proveito do semelhante). Com paixão tudo é diferente. O mundo pula e avança. // Fico por aqui. Não voltarei a escrever neste blog. Seja Feliz. José C.
De amok a 8 de Janeiro de 2004 às 00:50
...só mais duas coisinhas...//

...qt mt seria "carA amok"...;-)

//
...e eu prefiro a (com)paixão à caridade...
De amok a 8 de Janeiro de 2004 às 00:44
...tb. eu continuo a passar por aqui todas as noites...a urdidura da aranha é essa mesmo: tecer a teia q nos prende...e "ela" sabe disso!

...não passa pela minha ideia e/ou intenção duplicidades, por mais virtualidade q por aqui abunde, pelo q lhe afirmo: "não, não é o caso!"

...qt ao "nosso amigo", a indeterminação tem destas coisas...as pessoas nc sabem mt bem p'ra que lado se devem virar: se para si mesmas, se para "o outro"...este dilema pode (in)determinar a vida...ou a morte...

...na falta de melhor, deixo(lhe) um poema q me "ofereceram" pelo Natal:

"ENGANOS" //

Que sabes tu de mim, amor que o és,/

Se na longa jornada que fizemos/

Nunca abriste as narinas ao perfume/

Das palavras que te eram dirigidas?/

//

Agora, recordas com ternura/

As outras, deixadas solitárias/

Na caixa do correio imaginária/

Duma joaninha que inventei em ti./

//
[ "ENGANOS" - Aníbal Raposo ]
De Jos C a 8 de Janeiro de 2004 às 00:06
Caro amok,
Do Indeterminado nem sinal!
O diálogo virtual presta-se à duplicidade, será o caso?
O meu texto inicial já contém a resposta ao seu comentário: “As claras intenções do I… tornam-se nebulosas e misteriosas a quem não tem nos seus projectos desistir”.
Termino com um excerto da oração de S. Francisco (precursor, como se lembra, da personalização da caridade): “Onde há tristeza que eu leve a alegria // Onde há trevas que eu leve a luz”. José C.
De amok a 7 de Janeiro de 2004 às 01:21
grrrrr...«caem»

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