Quarta-feira, 24 de Março de 2004

Submissão

Patroa de mim
meu peso ninguém carrega
porque leveza peso não tem
e a si se sustém.
Doutros puxo o que é leve
a quem o peso não afunda.
Destes, os do fundo, despeguei
pois seu espaço respeitei
e depois abandonei.
Patroa de mim
mas submissa da Vida,
dela sou todo que me domina
e ínfima parte que me destina.
Busco sabê-la
no que me invade
e no que conhecimento já sabe,
sabendo que Saber
ninguém o sabe.
Só Vida domina o que dela,
em tempos diversos,
a cada um e relativo a todos,
do absoluto ensina.
Destes domínios
em absoluto mistério
uma ideia precisa
ela em mim persiste.
Na invisibilidade natural
o Amor já comanda
contrário ao que visível império manda.

(from: Eureka_cruz@sapo.pt)
indeterminado por quim às 11:02

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2 comentários:
De inde a 24 de Março de 2004 às 11:26
Como indicado, não são de minha autoria. Mas é um belo poema.
De Cat S a 24 de Março de 2004 às 11:23
Boas rimas;)...

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